Pitaco_certo!

Sigilo para Loterias.....Quase.....!

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3 horas atrás, edcronos2 disse:

vc acha que isso vai acontecer?

Não. Quanto mais fud.....................mais se gasta com loterias. Pra ver se deixa de ficar fud.........ou se ferra logo de vez. :-D

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Em 13/01/2018 at 13:20, Wata disse:

 

Não haver mais ganhadores que deixam de buscar o prêmio???

Já seria um bom começo não acha?

 

Mas concordo com vc.

Porque a CEF realmente tá cagando e andando pra quem aposta.

O único real interesse dela é a arrecadação... e procurar alguém para entregar uma bolada $$$$ é justamente contra a filosofia que a CEF pratica (mas que, obviamente, vai negar até o fim...). 

 

O CPF na aposta também poderia ajudar muito o trabalho da RF.

Mas com todos esses casos de corrupção que aparecem, fica claro que o trabalho da RF também não funciona... (a não ser quando é para extorquir o cidadão... a gente sabe...:wacko:...)

 

Na verdade sabemos que, apesar de ser o elo mais importante nas loterias (já que é do nosso bolso que sai toda grana), também somos o mais fraco.

 

Tá tudo errado no Brasil (nem vou continuar porque vcs todos já sabem), mas ao menos nas loterias poderíamos fazer algo pra melhorar.

 

Já que ninguém é obrigado a jogar, uma boa queda na arrecadação poderia fazer a CEF dar ouvidos a peça mais importante do jogo... 

 

Mas esquece tudo isso...

É realmente uma discussão que não tem fim, e que (vc tem razão) não serve pra nada...

 

8-)

...

Com o CPF, isso não obriga a caixa a ir atrás do ganhador. E sinceramente, nem é trabalho dela isso. Acho que nenhuma das principais loterias do mundo é assim.

Quanto a receita, isso é informado no ato do saque, e também pelo COAF.

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Em 13/01/2018 at 13:57, Ludo Parcheesi disse:

 

Eu mesmo já sugeri atrelamento ao CPF e ainda sou favorável ao que você considera "o maior absurdo".

 

Um bilhete premiado é o equivalente a uma ordem de pagamanto ao portador com prazo de expiração de 90 dias. Quando, ao verso desse mesmo bilhete, alguém grafa seu nome e CPF, essa mesma ordem de pagamento passa a ser nominal e intransferível.

 

Hoje, esse atrelamento, ou ocorre opcionalmente quando o apostador grafa seus nome e CPF, assegurando a propriedade daquele documento, ou ocorre no momento do saque, quando a instituição CEF o tratará de fazê-lo. Qual é a diferença, então, entre esses eventos? Podemos elencar duas "blechas" factíveis dentre várias imagináveis.

 

A primeira "blecha" seria a facilitação à "lavagem de dinheiro". A "compra" de um bilhete premiado (com o tradicional e quase obrigatório pagamento de ágio) garantiria ao criminoso que o referido montante fosse tranquilamente atrelado ao seu CPF e, portanto, sem nenhuma pendência com COAF e Receita Federal. Para grandes valores (e caso acontecesse), o "desafortunado vendedor" "compra" o ônus de explicar a origem do dinheiro. Para prêmios menores, o "agraciado vendedor" trata de diluir o valor (em cache) diretamente no mercado através da compra de eletrodomésticos, materiais para construção e acabamento, e outros similares. Sem registro prévio do número de série, esse montante é irrastreável e o crime fica imperceptível; sem solução.

 

A segunda dessas duas "blechas" elencadas seria uma vantagem para o apostador e um "tiro no pé" da própria CEF. O atrelamento ao CPF pela própria CEF, em tese,  eliminaria a necessidade do prazo de expiração e transtornos causados pelo extravio ou perda do bilhete. Com o CPF atrelado ao que já é um prêmio, não há por que não haver o pagamento do mesmo. O não pagamento, nessas circunstâncias, é que passa a ser crime.

 

Atualmente, com extravio do bilhete ou prazo de saque expirado, "quem ganha é a Caixa". Assim sendo, tudo tende a ficar do jeito que está. E também, como acabou de comentar o Jimmy, é uma solução de dificil implementação, lembrando, ainda, o trabalho danado que daria para a operacionalização dos Bolões Caixa.

 

Mas, minha humilde opinião, e com base no exposto, o atrelamento Aposta-CPF  está longe de ser um absurdo. Porém, no atual momento, não é viável.

 

Saúde e Sorte.

Sobre lavagem de dinheiro, acho pouco eficaz. Eu já vi reportagens sobre isso em valores pequenos. Os prêmios pequenos, a propria lotérica troca. Uma lotérica, com vários bilhetes pequenos premiados, repassava para outra pessoa lavar. Mas o valor é tão pequeno que é insignificante, sinceramente nem vale o trabalho. E se isso fosse cortado, nem faria diferença, pois é tão fácil lavar que se acharia outra forma. São casos muitos isolados.

Sobre lavar um prêmio grande, nunca ouvi falar. Por exemplo, se você ganhasse 20 milhões, venderia esse bilhete por 30 milhões? O que você faria com esses 30? Como lavaria, como iria usar esse dinheiro sujo, se pode ter 20 limpo? E você sendo o criminoso, onde acharia alguém com um bilhete de 20 milhões? Você tem que ter um gerente da Caixa envolvido, e esperar que um ganhador apareça na agência dele.

 

Outros pontos, toda loteria do mundo tem prazo de retirada, e nenhuma atrela algum documento do apostar, justo pelo falado, é inviável em qualquer lugar. Cada bilhete é barato, e o volume é grande.

 

Por isso disse absurdo. Acho algo de difícil implementação, sobre lavagem não muda nada, honestidade também. E nem sobre expiração do bilhete poderia mudar. Mas mesmo com o CPF atrelado, a caixa poderia manter um prazo de retirada, afinal é algo previamente dito. E sem CPF, ela também poderia deixar prazo indeterminado, basta querer fazer.

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