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BigMax

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  1. Version 1.0.0

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    Nas aventuras com as IAs, foi elaborado um código em PY remodelando o Ininuga. É lento, mas em outras linguagens pode ser muito mais rápido, porém não entendo nada de computação, o que me impede de procurar outras alternativas. No arquivo inclui o código Python e o manual no Word. Esse código permite redução de matrizes, e também criar novas a partir do zero. Quem tiver tempo para processamento vai conseguir recordes. Boa Sorte!
  2. Version 1.0.0

    9 downloads

    Elaborado um fechamento condicional que SE forem sorteados os números da Lotomania dentro de 15 bichos há garantia de 20pt em linhas de 60 números. Como foi feito: Todas as combinações da Lotofacil da matriz 25,15,15,15=3268760 foi substituída pelos grupos do "jogo do barão", Ou seja 3268760 linhas de 60 números. Quantidade de sorteios por número de grupos distintos: 1 sorteios 10 grupos 11 sorteios 11 grupos 79 sorteios 12 grupos 325 sorteios 13 grupos 683 sorteios 14 grupos 856 sorteios 15 grupos <==== todos sorteios com menores ou igual a 15 grupos são contemplados. 609 sorteios 16 grupos 270 sorteios 17 grupos 72 sorteios 18 grupos 5 sorteios 19 grupos Sempre é bom lembrar: Use por sua conta e risco. Filtragem: Considere a repetição de X grupos do sorteio anterior etc...reduz e muitos as linhas. Fixar o grupo 11 também é uma boa pedida. (Grupo 11: 1816 vezes) Se você for bom de palpite e escolher uma das linhas com 60 números, poderá desdobrar essa linha em: 60,50,20,20=1029 e mantém os 20 acertos 60,50,17,20=6 e terá no mínimo 17 acertos Boa Sorte!
  3. Loteria: a ilusão dos métodos infalíveis A loteria é o grande palco da esperança humana. Milhões acreditam que existe um jeito “mais inteligente” de vencer o acaso. Mas a verdade é dura: não há fórmula mágica. E os métodos que circulam por aí são, no fundo, apenas diferentes roupagens para a mesma ilusão. Matrizes: a matemática que não salva Há quem confie em matrizes, acreditando que organizar combinações é suficiente para driblar o azar. Mas não adianta: se os números sorteados não estiverem na matriz, o bilhete falha. É como tentar domar o vento com uma rede — parece sofisticado, mas continua inútil diante da aleatoriedade. Inteligências artificiais: a fé na máquina Outros apostam na tecnologia, como se algoritmos e IAs pudessem prever o imprevisível. É quase uma nova religião: a crença de que a máquina enxerga padrões ocultos. Só que a loteria é construída para ser aleatória. Não há padrão a ser descoberto, não há lógica escondida. A IA, nesse caso, é apenas um oráculo vazio. O método da espera: a rendição disfarçada E então surge o “método da espera”: escolher um conjunto de números e torcer para que o cartão premiado esteja entre os jogos montados — seja qual for o método utilizado. É a confissão explícita de que não há estratégia, apenas sorte. É jogar a toalha com elegância, dizendo: “pelo menos escolhi meus números”. O ponto cego de todos O curioso é que cada grupo defende seu método como se fosse o único caminho válido. Os matemáticos não querem ouvir sobre a espera, os tecnólogos desprezam a simplicidade, e os que confiam na sorte ignoram qualquer cálculo. Cada um se fecha em sua própria bolha, sem expandir horizontes nem considerar o outro. No fim, todos compartilham a mesma cegueira: a recusa em admitir que a loteria é, por essência, um jogo de azar. Não há matriz, algoritmo ou jogo de espera capaz de transformar o caos em certeza. O que existe é apenas a velha aposta na sorte — e a esperança teimosa de que, desta vez, o acaso sorrirá. E, ainda assim, eu acredito. Usando qualquer método — pouco importa qual — sigo jogando. Porque, um dia… quem sabe… a sorte sorria. Boa sorte a você que, como eu, continua acreditando.
  4. Boa tarde, tudo bem? Para Lotomania Link para Loterias Alternativas  gostei deste Link: https://einsteinloterias.com/templates/loteria-alternativa/lotomania/fechamentos.php

    1. BigMax

      BigMax

      Bom dia!
      Obrigado pela dica.
       

  5. Caminhos Paralelos Nesse espaço virtual, como numa rua estreita iluminada pelo sol da tarde, muitos caminhavam juntos. Não havia destino certo, nem compromisso rígido — apenas a troca de palpites, a esperança compartilhada e aquele silêncio cúmplice que surge quando não é preciso explicar demais. Alguns, mais inquietos, buscavam acelerar o passo: queriam estratégias, estatísticas, combinações. Outros, mais serenos, preferiam apenas acompanhar, sem guiar nem ser guiados. Era um acordo silencioso: não havia líder nem seguidor, apenas trajetos tentando coexistir no mesmo compasso. Talvez todo participante pense isso em algum momento, ainda que não diga: “Não confie cegamente nas minhas deduções — posso não ter conhecimento suficiente.” E, em resposta invisível: “Não se incomode se eu não ajudar a desenvolver — posso não saber o bastante.” No fundo, o que se pede é simples e raro: caminhar ao lado, dividir ideias, respeitar o ritmo. A vida, afinal, não é corrida nem desfile. É estrada compartilhada. E aqui, neste fórum, a amizade nasce menos da direção e mais da presença. Não importa tanto o prêmio ou o resultado, mas o fato de alguém estar ali, dividindo o percurso, os palpites, os silêncios e até as pausas. Mas toda estrada tem desvios. Cada esquina carrega uma escolha, e nem sempre dois caminhos permanecem juntos por muito tempo. Às vezes um se afasta, outro segue, e o que era companhia vira lembrança. Não por falha, nem por ruptura — apenas porque a vida muda de rota. Ainda assim, há algo de bonito nisso. Certas pessoas não caminham conosco até o fim, mas deixam marcas no trecho que compartilharam. E, quando pensamos bem, talvez seja esse o verdadeiro sentido da amizade aqui: não garantir permanência, mas tornar mais leve — e mais humano — o pedaço do caminho em que estivemos lado a lado. O globo da sorte gira, a loteria é uma surpresa, mas aqueles com quem convivemos compartilhando esperança serão sempre lembrados com o carinho que merecem.
  6. Version 1.0.0

    19 downloads

    A matriz 100,50,15,20=68799 (100%) vide informação de como foi feito: https://www.comoganharnaloteria.com.br/forum/topico/26703-como-criar-matrizes-na-lotomania/?&page=7#comments Sei que pode haver muitas matrizes parciais com um número bem menor de linhas, porém considerando o retrospecto dessa matriz, resolvi disponibilizá-la. Parece interessante separar algumas linhas para arriscar. (SMJ) Boa sorte para aqueles que arriscarem um zóio…Cuidado para não virar pirata.
  7. E não foi dessa vez. Pois é, não fiquei bilionário, continuo milionário. kkkkkkkk Faltam 364 dias para nova tentativa.
  8. Eu uso o INJOLOCA, quando resolvo jogar na lotofacil. o que é raro. Praticamente só jogo na Megasena e uso o site da CEF (internet banking)
  9. Meu amigo William Shakespeare escreveu: "Há mais mistérios entre o céu e a terra do que sonha nossa vã filosofia" O meu amigo Voltaire, filosofo francês do século XVIII disse: “O mundo me intriga. Não posso imaginar que este relógio exista e não haja relojoeiro.” E eu pobre mortal que não entendo bulhufas dos mistérios do mundo e da mente, fico abismados com alguns acontecimentos ou pensamentos. Que intrigam, é fato. Fico com uma frase que gosto muito: "A vida não é para ser pensada, mas vivida". E vamos que vamos, pois 2026 está chegando e eu quero festejar a passagem do tempo. Boa Sorte com seu jogo.
  10. Feliz Ano Novo! Naquela última semana de dezembro, o calendário parecia cochichar promessas. As folhas iam se despedindo uma a uma, como quem diz: agora vai. Mas o ano novo, ali quieto na esquina do tempo, não trazia mudança alguma nos bolsos — nem nas ideias. Era comum ver gente esperando a virada como quem espera um milagre: bastava o relógio marcar meia-noite e, pronto, tudo se ajeitaria. Só que a tal “virada da chave” não morava no calendário. Morava dentro. E exigia mais do que fogos e roupa branca. Alguns juravam que, desta vez, iriam emagrecer, economizar, mudar de vida. Juravam com convicção, mas sem plano, sem passo, sem começo. Promessas soltas, como desejos soprados ao vento. Porque mudar não é desejar — é planejar, dividir o caminho em trechos pequenos e caminháveis, e seguir, mesmo quando o entusiasmo acaba. Havia também quem acreditasse que bastava renovar o guarda-roupa. Ano novo, roupa nova, mentalidade antiga. As mesmas desculpas, os mesmos hábitos, os mesmos atalhos. Nenhuma camisa branca dá conta de esconder velhos medos nem preguiças bem cultivadas. Um dos males do verão é que o calor é tanto que afeta o raciocínio, e começamos a delirar no mundo lotérico. O sonho de que a Mega da Virada vai mudar tudo é apenas isso: um sonho de verão — mais precisamente, de fim de ano. E lá vamos nós, acreditando que a cigana leu a nossa mão e disse: você é um homem de sorte, faça seu jogo. (Isso foi há dois mil anos atrás, e eu sigo acreditando que ela ainda vai acertar a previsão.) Os que avançavam um pouco mais sabiam que ser proativo dói. Envolve risco, erro, tentativa. Exige aceitar desafios, olhar oportunidades com menos medo e aprender com os tropeços passados, em vez de usá-los como álibi para não tentar de novo. E, acima de tudo, havia os raros que sabiam onde queriam chegar. Tinham objetivos claros — para o corpo, para o trabalho, para os afetos, para si mesmos. Não metas vagas, mas destinos definidos. Porque quem não sabe o rumo acaba comemorando qualquer chegada. No fundo, o ano novo não começa em janeiro. Começa no dia em que alguém decide agir. Hoje. Com o primeiro passo, ainda que pequeno, ainda que imperfeito. Assim, entre uma folha caída do calendário e outra, ficava o recado simples e incômodo: para um ano realmente novo, não basta esperar. A palavra-chave é atitude. E ela não aceita adiamento.
  11. Procurei pelas esquinas da vida alguma previsão baseada em qualquer coisa para me agarrar e só achei uma IA intrometida que me deu o seguinte palpite. --- PREVISÃO ESTRATÉGICA (Top 3 por Posição) --- Posição 1 (do menor pro maior): [3 (18.1%), 4 (16.2%), 8 (10.1%)] Posição 2 (do menor pro maior): [5 (14.5%), 10 (8.7%), 16 (6.3%)] Posição 3 (do menor pro maior): [46 (13.1%), 23 (7.9%), 15 (5.1%)] Posição 4 (do menor pro maior): [44 (11.8%), 29 (6.6%), 52 (5.4%)] Posição 5 (do menor pro maior): [56 (11.4%), 57 (8.1%), 52 (8.0%)] Posição 6 (do menor pro maior): [59 (23.4%), 60 (10.8%), 58 (10.8%)] Vou fechar um olho e arriscar só um zóio.
  12. Foi pura coincidência: hoje de manhã vi uma senhora com um volante da Mega-Sena preenchido, entre os papéis que ela manuseava. Brincando, pedi que me contasse os números que havia marcado. Imaginei que ela fosse negar ou desconversar, mas para minha surpresa aproximou o bilhete dos olhos, para enxergar melhor, e disse: “02 e 33”. Respondi sorrindo: — Está ótimo, só esses dois já bastam. Não quero atrapalhar a sua sorte. Ela riu e retrucou: — Que nada! Quem sabe não ganhamos juntos? E logo revelou mais um número: 47. — Por favor, não me conte os outros — pedi. Ela então sorriu e disse: — Você não quer dividir o prêmio comigo? — Não é isso. Só não quero interferir na sua sorte. Eu, claro, já decidi: vou colocar esses números no meu jogo.
  13. A Previsão da Mega da Virada Na última semana de dezembro, o Brasil entra oficialmente em modo “quase rico”. O cheiro de panetone se mistura ao som de calculadoras mentais, fazendo contas mirabolantes sobre o que o prêmio vai proporcionar. É quando a Mega da Virada deixa de ser um simples sorteio e vira uma obsessão nacional. Na padaria, o padeiro não pergunta mais se você quer pão francês; ele quer saber se você já jogou e como escolheu os números. E ninguém estranha. Dona Marta, que pechinchou cinquenta centavos no café, já decidiu que vai comprar um apartamento em Paris — “pequeno, só pra passar o verão europeu”. Seu João, que jura que dinheiro não traz felicidade, já escolheu até a cor da lancha. A felicidade, pelo visto, viria em branco perolado. Mas o grande estrategista do bairro é o Seu Tião. Enquanto a fila da lotérica avança, ele ignora as estatísticas e foca no místico. Não joga sem antes consultar a Dona Josefa, uma cartomante que, segundo ele, "enxerga o futuro em 4K". Tião garante que a combinação vencedora veio desenhada na borra do café, confirmada por uma cigana que leu sua mão na rodoviária. “Os números estão quentes, Josefa não erra”, murmura ele, guardando o bilhete como se fosse a escritura de posse das Ilhas Maldivas. As filas parecem assembleias criativas. Cada pessoa tem um projeto social, empresarial ou interplanetário. Um quer ajudar toda a família; outro quer abrir um bar só para amigos. Um terceiro quer sumir do mapa, mas mantendo o WhatsApp ativo “só pra postar status”. Na ceia de Ano Novo, o fenômeno se intensifica. O espumante barato vira champanhe francês por imaginação espontânea; o peru seco ganha status de banquete imperial. Entre um brinde e outro, surge o debate: as dezenas da Josefa contra os números que o primo sonhou. “Imagina se a gente confere agora e os números da borra de café estão lá?”, alguém solta. Mas ninguém confere na hora. A superstição, afinal, é a alma do investimento. À meia-noite, os fogos estouram no céu e, por alguns minutos, todo mundo é milionário. Apenas na expectativa, mas milionário. A esperança sobe mais rápido que os rojões, e o futuro parece finalmente organizado — mesmo sem planilha. Quando os números saem e o bilhete de Seu Tião continua sendo apenas um papel, não há frustração real. Há filosofia. “Também, muita gente consultou a Josefa e ela, de cansada, se equivocou”, consola um. “Ela deve ter confundido o 6 com o 9 por causa da inclinação da xícara”, justifica o outro. E pronto: o sonho devagar se dissipa, se dissolve e evapora com o aroma do café… até o próximo dezembro.
  14. Na esquina da padaria, havia sempre dois tipos de jogadores. O primeiro chegava munido de óculos grossos, planilhas imaginárias e um ar de quem estava prestes a revelar os segredos do universo. Passava horas analisando tabelas, estatísticas e padrões invisíveis a olho nu. Falava da sorte como se fosse um erro matemático prestes a ser corrigido. Curiosamente, nunca comprava o bilhete. — Ainda não é o momento ideal — dizia, como se o acaso tivesse agenda. O segundo aparecia sorrindo, sem método algum que merecesse respeito acadêmico. Pegava o bilhete, rabiscava números aleatórios — alguns claramente escolhidos por puro capricho — e seguia para a lotérica ao lado fazer sua fezinha. Não falava de probabilidades, nem de teorias. Jogava por um motivo simples e inegavelmente inconveniente para os especialistas: queria jogar. Foi ali que entendi: a vida funciona exatamente assim. Os muito inteligentes, com frequência, vivem trancados dentro da própria cabeça. Simulam cenários, antecipam catástrofes, refinam hipóteses até que nenhuma delas sobreviva ao excesso de lógica. O cérebro, zeloso, filtra tudo. Nada passa. É uma loteria perfeita, sem erros — e sem apostas. Os outros, menos comprometidos com a genialidade, vivem no mundo real. Erram sem pedir licença, acertam sem saber como, tropeçam com dignidade duvidosa e levantam sem tese para defender. Não preveem resultados; produzem consequências. Entram na arena sem garantias, sem gráficos e, pior ainda, sem desculpas sofisticadas. No fim, não é sobre ganhar ou perder — até porque quem nunca joga também nunca perde, o que soa reconfortante, mas não impressiona ninguém. É sobre participar. Comprar o bilhete, dar o passo, errar em público: tudo isso vale infinitamente mais do que mil planos perfeitos cuidadosamente guardados para um futuro que nunca chega. A vida não premia apenas quem calcula. Aliás, quase nunca. Ela costuma favorecer quem aceita o risco, quem se expõe ao acaso e quem entende, mesmo contra toda lógica, que não há número certo para começar — apenas a decisão incômoda de jogar. E talvez o maior golpe de sorte seja esse: parar de esperar a combinação perfeita e, com uma ponta de ironia e outra de coragem, finalmente entrar no jogo e quem sabe rir atoa o resto da vida.
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