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  1. E não foi dessa vez. Pois é, não fiquei bilionário, continuo milionário. kkkkkkkk Faltam 364 dias para nova tentativa.
  2. Eu uso o INJOLOCA, quando resolvo jogar na lotofacil. o que é raro. Praticamente só jogo na Megasena e uso o site da CEF (internet banking)
  3. Meu amigo William Shakespeare escreveu: "Há mais mistérios entre o céu e a terra do que sonha nossa vã filosofia" O meu amigo Voltaire, filosofo francês do século XVIII disse: “O mundo me intriga. Não posso imaginar que este relógio exista e não haja relojoeiro.” E eu pobre mortal que não entendo bulhufas dos mistérios do mundo e da mente, fico abismados com alguns acontecimentos ou pensamentos. Que intrigam, é fato. Fico com uma frase que gosto muito: "A vida não é para ser pensada, mas vivida". E vamos que vamos, pois 2026 está chegando e eu quero festejar a passagem do tempo. Boa Sorte com seu jogo.
  4. Feliz Ano Novo! Naquela última semana de dezembro, o calendário parecia cochichar promessas. As folhas iam se despedindo uma a uma, como quem diz: agora vai. Mas o ano novo, ali quieto na esquina do tempo, não trazia mudança alguma nos bolsos — nem nas ideias. Era comum ver gente esperando a virada como quem espera um milagre: bastava o relógio marcar meia-noite e, pronto, tudo se ajeitaria. Só que a tal “virada da chave” não morava no calendário. Morava dentro. E exigia mais do que fogos e roupa branca. Alguns juravam que, desta vez, iriam emagrecer, economizar, mudar de vida. Juravam com convicção, mas sem plano, sem passo, sem começo. Promessas soltas, como desejos soprados ao vento. Porque mudar não é desejar — é planejar, dividir o caminho em trechos pequenos e caminháveis, e seguir, mesmo quando o entusiasmo acaba. Havia também quem acreditasse que bastava renovar o guarda-roupa. Ano novo, roupa nova, mentalidade antiga. As mesmas desculpas, os mesmos hábitos, os mesmos atalhos. Nenhuma camisa branca dá conta de esconder velhos medos nem preguiças bem cultivadas. Um dos males do verão é que o calor é tanto que afeta o raciocínio, e começamos a delirar no mundo lotérico. O sonho de que a Mega da Virada vai mudar tudo é apenas isso: um sonho de verão — mais precisamente, de fim de ano. E lá vamos nós, acreditando que a cigana leu a nossa mão e disse: você é um homem de sorte, faça seu jogo. (Isso foi há dois mil anos atrás, e eu sigo acreditando que ela ainda vai acertar a previsão.) Os que avançavam um pouco mais sabiam que ser proativo dói. Envolve risco, erro, tentativa. Exige aceitar desafios, olhar oportunidades com menos medo e aprender com os tropeços passados, em vez de usá-los como álibi para não tentar de novo. E, acima de tudo, havia os raros que sabiam onde queriam chegar. Tinham objetivos claros — para o corpo, para o trabalho, para os afetos, para si mesmos. Não metas vagas, mas destinos definidos. Porque quem não sabe o rumo acaba comemorando qualquer chegada. No fundo, o ano novo não começa em janeiro. Começa no dia em que alguém decide agir. Hoje. Com o primeiro passo, ainda que pequeno, ainda que imperfeito. Assim, entre uma folha caída do calendário e outra, ficava o recado simples e incômodo: para um ano realmente novo, não basta esperar. A palavra-chave é atitude. E ela não aceita adiamento.
  5. Procurei pelas esquinas da vida alguma previsão baseada em qualquer coisa para me agarrar e só achei uma IA intrometida que me deu o seguinte palpite. --- PREVISÃO ESTRATÉGICA (Top 3 por Posição) --- Posição 1 (do menor pro maior): [3 (18.1%), 4 (16.2%), 8 (10.1%)] Posição 2 (do menor pro maior): [5 (14.5%), 10 (8.7%), 16 (6.3%)] Posição 3 (do menor pro maior): [46 (13.1%), 23 (7.9%), 15 (5.1%)] Posição 4 (do menor pro maior): [44 (11.8%), 29 (6.6%), 52 (5.4%)] Posição 5 (do menor pro maior): [56 (11.4%), 57 (8.1%), 52 (8.0%)] Posição 6 (do menor pro maior): [59 (23.4%), 60 (10.8%), 58 (10.8%)] Vou fechar um olho e arriscar só um zóio.
  6. Foi pura coincidência: hoje de manhã vi uma senhora com um volante da Mega-Sena preenchido, entre os papéis que ela manuseava. Brincando, pedi que me contasse os números que havia marcado. Imaginei que ela fosse negar ou desconversar, mas para minha surpresa aproximou o bilhete dos olhos, para enxergar melhor, e disse: “02 e 33”. Respondi sorrindo: — Está ótimo, só esses dois já bastam. Não quero atrapalhar a sua sorte. Ela riu e retrucou: — Que nada! Quem sabe não ganhamos juntos? E logo revelou mais um número: 47. — Por favor, não me conte os outros — pedi. Ela então sorriu e disse: — Você não quer dividir o prêmio comigo? — Não é isso. Só não quero interferir na sua sorte. Eu, claro, já decidi: vou colocar esses números no meu jogo.
  7. A Previsão da Mega da Virada Na última semana de dezembro, o Brasil entra oficialmente em modo “quase rico”. O cheiro de panetone se mistura ao som de calculadoras mentais, fazendo contas mirabolantes sobre o que o prêmio vai proporcionar. É quando a Mega da Virada deixa de ser um simples sorteio e vira uma obsessão nacional. Na padaria, o padeiro não pergunta mais se você quer pão francês; ele quer saber se você já jogou e como escolheu os números. E ninguém estranha. Dona Marta, que pechinchou cinquenta centavos no café, já decidiu que vai comprar um apartamento em Paris — “pequeno, só pra passar o verão europeu”. Seu João, que jura que dinheiro não traz felicidade, já escolheu até a cor da lancha. A felicidade, pelo visto, viria em branco perolado. Mas o grande estrategista do bairro é o Seu Tião. Enquanto a fila da lotérica avança, ele ignora as estatísticas e foca no místico. Não joga sem antes consultar a Dona Josefa, uma cartomante que, segundo ele, "enxerga o futuro em 4K". Tião garante que a combinação vencedora veio desenhada na borra do café, confirmada por uma cigana que leu sua mão na rodoviária. “Os números estão quentes, Josefa não erra”, murmura ele, guardando o bilhete como se fosse a escritura de posse das Ilhas Maldivas. As filas parecem assembleias criativas. Cada pessoa tem um projeto social, empresarial ou interplanetário. Um quer ajudar toda a família; outro quer abrir um bar só para amigos. Um terceiro quer sumir do mapa, mas mantendo o WhatsApp ativo “só pra postar status”. Na ceia de Ano Novo, o fenômeno se intensifica. O espumante barato vira champanhe francês por imaginação espontânea; o peru seco ganha status de banquete imperial. Entre um brinde e outro, surge o debate: as dezenas da Josefa contra os números que o primo sonhou. “Imagina se a gente confere agora e os números da borra de café estão lá?”, alguém solta. Mas ninguém confere na hora. A superstição, afinal, é a alma do investimento. À meia-noite, os fogos estouram no céu e, por alguns minutos, todo mundo é milionário. Apenas na expectativa, mas milionário. A esperança sobe mais rápido que os rojões, e o futuro parece finalmente organizado — mesmo sem planilha. Quando os números saem e o bilhete de Seu Tião continua sendo apenas um papel, não há frustração real. Há filosofia. “Também, muita gente consultou a Josefa e ela, de cansada, se equivocou”, consola um. “Ela deve ter confundido o 6 com o 9 por causa da inclinação da xícara”, justifica o outro. E pronto: o sonho devagar se dissipa, se dissolve e evapora com o aroma do café… até o próximo dezembro.
  8. Na esquina da padaria, havia sempre dois tipos de jogadores. O primeiro chegava munido de óculos grossos, planilhas imaginárias e um ar de quem estava prestes a revelar os segredos do universo. Passava horas analisando tabelas, estatísticas e padrões invisíveis a olho nu. Falava da sorte como se fosse um erro matemático prestes a ser corrigido. Curiosamente, nunca comprava o bilhete. — Ainda não é o momento ideal — dizia, como se o acaso tivesse agenda. O segundo aparecia sorrindo, sem método algum que merecesse respeito acadêmico. Pegava o bilhete, rabiscava números aleatórios — alguns claramente escolhidos por puro capricho — e seguia para a lotérica ao lado fazer sua fezinha. Não falava de probabilidades, nem de teorias. Jogava por um motivo simples e inegavelmente inconveniente para os especialistas: queria jogar. Foi ali que entendi: a vida funciona exatamente assim. Os muito inteligentes, com frequência, vivem trancados dentro da própria cabeça. Simulam cenários, antecipam catástrofes, refinam hipóteses até que nenhuma delas sobreviva ao excesso de lógica. O cérebro, zeloso, filtra tudo. Nada passa. É uma loteria perfeita, sem erros — e sem apostas. Os outros, menos comprometidos com a genialidade, vivem no mundo real. Erram sem pedir licença, acertam sem saber como, tropeçam com dignidade duvidosa e levantam sem tese para defender. Não preveem resultados; produzem consequências. Entram na arena sem garantias, sem gráficos e, pior ainda, sem desculpas sofisticadas. No fim, não é sobre ganhar ou perder — até porque quem nunca joga também nunca perde, o que soa reconfortante, mas não impressiona ninguém. É sobre participar. Comprar o bilhete, dar o passo, errar em público: tudo isso vale infinitamente mais do que mil planos perfeitos cuidadosamente guardados para um futuro que nunca chega. A vida não premia apenas quem calcula. Aliás, quase nunca. Ela costuma favorecer quem aceita o risco, quem se expõe ao acaso e quem entende, mesmo contra toda lógica, que não há número certo para começar — apenas a decisão incômoda de jogar. E talvez o maior golpe de sorte seja esse: parar de esperar a combinação perfeita e, com uma ponta de ironia e outra de coragem, finalmente entrar no jogo e quem sabe rir atoa o resto da vida.
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  9. Mega da Virada Todo fim de ano, milhões de brasileiros repetem o mesmo ritual: fazem seus joguinhos da Mega da Virada, acreditando que o final de ano será, finalmente, "o ano da virada". É uma tradição nacional, uma mistura de fé, estatística caseira e aquele otimismo teimoso que só o brasileiro entende. Recebo mensagens pedindo "matrizes milagrosas", como se existisse uma chave secreta para abrir o cofre da Caixa. Explico sempre que não basta ter matriz nenhuma: o segredo — se é que existe — é acertar os números dentro do conjunto que você escolheu. É aí que entram os tais filtros. Quais filtros? Quais intervalos? Alguns juram que só uma inteligência artificial conseguiria resolver esse quebra-cabeça. Eu respondo: nem ela. Para conversar com a IA não basta o "beabá"; é preciso lógica, estatística e, principalmente, entender que loteria trabalha com probabilidades — e probabilidades adoram lembrar que não prometem nada a ninguém. Como todo mundo também faço meus joguinhos com esperança. E o mais irônico: não preciso ganhar na loteria para viver tranquilo até o fim da vida... desde que eu morra amanhã. O brasileiro sonha alto, mas sempre com um pezinho no precipício. A Mega da Virada é quase um evento esportivo. Filas nas lotéricas, bolões improvisados no trabalho, promessas absurdas feitas em voz baixa. O país inteiro se une para apostar contra o improvável — e é justamente essa improbabilidade que torna tudo tão emocionante. A chance é mínima, mas o sonho é gigantesco. O bilhete vira passaporte para casas na praia, viagens, carros e até uma vida sem boleto (a verdadeira fantasia nacional). Poucos lembram que por trás desse encanto existe uma matemática implacável. Não há número quente, sequência mágica ou santo padroeiro da dezena. Há apenas combinações — milhões delas — todas com a mesma chance. Os filtros entram para dar a sensação de que estamos jogando "com inteligência". Na prática, é só a nossa tentativa elegante de negociar com o acaso. No fim, talvez o maior prêmio nem seja o dinheiro, mas sim a esperança. A Mega da Virada permite que, por alguns dias, todos acreditem que o impossível pode acontecer. E alguém rico de esperança, mesmo sem acertar um único número, já experimenta um gostinho de ser milionário. Afinal, sonhar ainda é grátis — pelo menos por enquanto.
  10. A Mandinga do Dia Seu João puxou mais uma tragada do cigarro de palha, olhou o horizonte como quem decifra presságios e disse: — Vou jogar, sim. Sonhei com a vaca e vou apostar no grupo, na centena e no milhar. Falou do sonho com a firmeza de quem acredita que o mundo manda recados, basta saber ouvir. E João, teimoso como todo bom caboclo, achava que entendia tudo: sinal de vaca não era metáfora, era aviso. Deu de ombros, apagou o cigarro na sola da botina e partiu rumo à banca. No caminho, encontrou Zé 14 — homem miúdo, mas cheio de histórias largas. Jurava que, antes do sol nascer, vira um passarinho entrar pela janela da cozinha, bater asas três vezes e ir embora sem nem bicar o pão amanhecido. Para ele, isso era sentença: águia na certa. Já estava com o dinheiro separado no bolso, bem dobrado, como quem guarda uma promessa. Tinha o apelido de Zé 14 porque havia ganho no jogo do bicho apostando no número 14. Ele pensava que estava jogando no gato (grupo 14) devido a um erro de comunicação com o compadre Fernandinho. Indagado qual era o bicho referente ao gato, o compadre respondeu “14”. E Zé, que nunca havia jogado no bicho, foi e apostou um valor alto no número 14 — que, na verdade, corresponde à borboleta. Não é que deu 14? Ganhou porque vale o escrito; se valesse a intenção, ele teria apostado no gato. Dona Zefa, mulher já de idade, moradora da rua “do meio” — como se dizia da rua central de uma cidade tão pequena quanto a nossa — mexia a borra do café com ar cerimonioso. Ela olhou a borda da xícara, suspirou fundo e declarou: — Eu vi um cavalo aqui. A cabeça, o focinho, até o rabo... Hoje eu ganho, meu filho! Ninguém ousava duvidar da borra de café de Dona Zefa. Dizia-se que ela já tinha acertado grupo e milhar só observando a borra. Se era verdade ou lenda urbana, ninguém sabia. Mas no jogo do bicho o que vale é fé — e isso nunca faltou para Dona Zefa. Mas, naquele dia, o sinal mais comentado não vinha nem das borras, nem dos sonhos, nem do voo dos pássaros. Vinha de uma cigana que estava acampada no final da rua “do meio”. Alta, envolta num lenço vermelho que mais parecia chama viva, com pulseira, brinco e colar dourados que ela dizia ser de ouro, rodava um baralho puído entre os dedos como quem embaralha destinos. Muitos diziam que ela enxergava o futuro; outros, que inventava tudo para vender “sonhos”. Mas bastava erguer os olhos para alguém jurar que, naquele olhar escuro, havia um aviso escondido. Toninho mesmo passou por ela e ouviu: — Tudo o que sobe, desce, e hoje vai dar na cabeça. Ele parou, desconfiado. — Como é? A cigana sorriu, daquele jeito que só quem domina segredos sorri. — O bicho de hoje. A frase correu o bairro mais rápido que notícia boa. Uns disseram que era águia, outros juraram que era borboleta, galo, macaco. O povo passou parte do dia discutindo a qual bicho a cigana se referia. Teve tanta aposta no jogo do barão, que o apontador teve que repassar as apostas para não quebrar a banca. Na maioria, apostaram no macaco — e deu galo. A cigana ria e se vangloriava de ser profetisa da sorte, dizendo a todos: — Eu não falei? Eu não falei? E dizem que até gente importante se rende às mandingas. A avó do ex-prefeito de Salvador, Mário Kertész, por exemplo, tinha seu ritual infalível: enchia um copo d’água até a boca e arremessava contra a parede. Depois, todos se aproximavam para interpretar o desenho da água: se parecia chifre, era vaca; se lembrava orelha de burro, era burro. Entre os respingos, ela jurava que a sorte se revelava ali — sem erro, sem dúvida, sem medo. E quase sempre acertava. E assim o bairro seguia, cada qual com sua crença: um sonhava com bicho, outro via sinal no vento, outro jurava que cigana nunca fala à toa. No fundo, o jogo do bicho era menos aposta e mais conversa — uma forma de manter o dia interessante, de dar sentido aos acasos, de brincar com o destino. Independente do resultado, ninguém ficava triste. Pelo contrário: todos riam, juravam que entenderam mal o sinal, contavam novas histórias e prometiam que amanhã, ah, amanhã ia dar certo. Porque quem joga não vive só de ganhar — vive de acreditar. E, para quem acredita, qualquer gesto é aviso, qualquer sonho é mapa, qualquer cigana pode estar carregando o segredo da sorte no bolso do vestido. E só ganha quem joga. E quem joga sabe: só vale o escrito. E assim a vida segue.
  11. O futuro não é um enigma indecifrável. Embora carregue consigo uma natureza imponderável, isso não nos impede de realizar exercícios de projeção capazes de apontar direções possíveis. Essa lógica se aplica à vida, aos negócios, às estratégias comerciais e, curiosamente, também à LOTERIA. Ganhar na LOTERIA não é apenas uma questão de sorte. É, em parte, consequência das ações que tomamos. Mas quais seriam essas ações? Elas nascem de análises de cenários futuros, que estabelecem diretrizes para que nossas escolhas não sejam meros impulsos, mas fruto de planejamento. A eficácia dessas ações será sempre proporcional à qualidade dos estudos aplicados. Nem pense em pedir ajuda às Inteligências Artificiais: por mais sofisticadas que sejam, com Redes Neurais e Machine Learning, elas têm a mesma probabilidade de prever a loteria quanto a borra de café, a bola de cristal ou a dona Judith Joaquina — aquela que lê mãos e mora na esquina da Rua do Triunfo com a Bom Sucesso. Os exercícios de futurologia consistem em coletar informações disponíveis, interpretar padrões e inferir possíveis causas e consequências. No universo dos jogos, isso significa pensar no próximo sorteio, prever cenários e buscar soluções criativas. É verdade que os sorteios são aleatórios. Muitos dizem: *“Deixe a sorte agir, quem sabe um dia ela nos fará rir de felicidade.”* No entanto, há também o prazer intelectual de estudar os jogos, a emoção de ver uma previsão quase se concretizar e a satisfação de participar ativamente desse processo. Vale a pena tentar, não apenas pelo prêmio, mas pela experiência de raciocinar, projetar e se desafiar. Ainda assim, é preciso reconhecer uma realidade incontornável: quando se trata de LOTERIA, nada é garantido. Existe apenas uma certeza que atravessa todos os bilhetes e sorteios — a banca sempre vence.
  12. Inclui a features dígitos conforme exposto acima em minha maquininha de prever o futuro e testei para o concurso 2941. Resumo: Continua acertando um pouco acima do aleatório e nos 14 números potenciais selecionados acertou apenas 2 ( 30-33 ). Conclusão: Continuo confiando na previsão da "maquininha da sorte" ou faço a simpatia? C:\Users\josem\Documents\Python\Rede Neural\Anteriores>LMManusGeminiDigito.py 2025-11-19 07:25:44,921 - INFO - Iniciando script de previsão otimizado... 2025-11-19 07:25:44,955 - INFO - Arquivo 'sorteios.txt' carregado: 2940 linhas, 6 colunas. 2025-11-19 07:25:46,912 - INFO - Janelas criadas: X=(2880, 519), y=(2880, 60) (binarizado). 2025-11-19 07:25:46,914 - INFO - Divisão temporal: Treino=(2304, 519), Teste=(576, 519) 2025-11-19 07:25:46,927 - INFO - Iniciando Validação Cruzada Temporal (5 splits)... 2025-11-19 07:25:46,932 - INFO - Criando modelo MultiOutput (XGBoost base)... 2025-11-19 07:26:10,672 - INFO - Fold 1: F1=0.0983, Precision=0.0983, Recall=0.0983, Média de acertos=0.5896 2025-11-19 07:26:10,684 - INFO - Criando modelo MultiOutput (XGBoost base)... 2025-11-19 07:26:52,231 - INFO - Fold 2: F1=0.0955, Precision=0.0955, Recall=0.0955, Média de acertos=0.5729 2025-11-19 07:26:52,247 - INFO - Criando modelo MultiOutput (XGBoost base)... 2025-11-19 07:27:48,533 - INFO - Fold 3: F1=0.1010, Precision=0.1010, Recall=0.1010, Média de acertos=0.6062 2025-11-19 07:27:48,555 - INFO - Criando modelo MultiOutput (XGBoost base)... 2025-11-19 07:28:54,557 - INFO - Fold 4: F1=0.1000, Precision=0.1000, Recall=0.1000, Média de acertos=0.6000 2025-11-19 07:28:54,584 - INFO - Criando modelo MultiOutput (XGBoost base)... 2025-11-19 07:30:09,610 - INFO - Fold 5: F1=0.1031, Precision=0.1031, Recall=0.1031, Média de acertos=0.6188 2025-11-19 07:30:09,635 - INFO - Média de Acertos (CV): 0.5975 (+/- 0.0155) 2025-11-19 07:30:09,635 - INFO - Treinando modelo MultiOutput (XGBoost base)... 2025-11-19 07:30:09,635 - INFO - Criando modelo MultiOutput (XGBoost base)... 2025-11-19 07:31:23,828 - INFO - -------------------------------------------------- 2025-11-19 07:31:23,828 - INFO - Métricas no Conjunto de Teste: 2025-11-19 07:31:23,828 - INFO - F1-Score (micro): 0.1033 2025-11-19 07:31:23,828 - INFO - Precisão (micro): 0.1033 2025-11-19 07:31:23,828 - INFO - Recall (micro): 0.1033 2025-11-19 07:31:23,828 - INFO - Média de Acertos (por sorteio): 0.6198 de 6 2025-11-19 07:31:23,829 - INFO - -------------------------------------------------- 2025-11-19 07:31:23,829 - INFO - Gerando previsão para o próximo sorteio... 2025-11-19 07:31:25,111 - INFO - Aplicando pós-processamento inteligente... 2025-11-19 07:31:25,116 - INFO - Previsão principal (6 números): 23 12 2 53 3 43 2025-11-19 07:31:25,116 - INFO - Todos números ranqueados: 23 12 2 53 3 43 30 52 33 42 22 32 13 27 58 2025-11-19 07:31:25,124 - INFO - Previsão salva em 'previsao_otimizada.txt'. 2025-11-19 07:31:25,124 - INFO - Script finalizado com sucesso. ////////////////////////////////////////// E para o concurso 2941 segue a previsão da "maquininha da sorte": --- Previsão Otimizada (6 Números) --- Previsão Principal: 03 23 28 33 43 58 --- Números Ranqueados (Top 15) --- Ranqueados: 23 58 43 03 33 28 32 53 02 13 41 52 11 12 19 --- Análise de Frequência e Atraso (Histórico Completo) --- Top 10 Maiores Atrasos: nº frequência atraso 02 294 37 43 308 36 20 287 33 21 244 28 60 280 26 05 320 25 06 292 24 16 305 20 41 305 19 39 280 18 --- Números Recentes (Últimos 18 Sorteios) --- Recentes: 01 03 04 07 08 09 10 11 12 13 14 15 17 18 19 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 40 42 44 45 46 47 48 49 50 51 52 53 54 55 56 57 58 59
  13. Como ganhar na loteria sem esforço (ou quase isso) Ganhar na loteria dá trabalho. Tem que escolher os números, preencher o bilhete, enfrentar fila... um caos! Mas se você quer pular essa parte chata e mesmo assim encher os bolsos, existe uma simpatia infalível (ou quase): Em noite de lua cheia, vire seu glorioso Roskopf e aponte para a lua e fique de quatro por 10 minutos. Sim, você vai parecer uma antena tentando captar sinal cósmico, mas confia. Na pior das hipóteses, você toma um banho de lua e não ficará branco como a neve como cantava a Celly Campello. Na melhor, seus amigos vão espalhar pelas esquinas da vida que você estava com o Roskopf virado pra lua e PÁH! ganhou na Mega da Virada. E se não ganhar... pelo menos você poderá dizer a todos que essa simpatia é Fake News. abraços Boa Sorte!
  14. Com relação a "janela de 3 concursos" Essa é uma pergunta de calibragem fina e a resposta curta é: Depende da "velocidade" da loteria, mas 3 costuma ser o "ponto doce" (sweet spot). Vou explicar o porquê técnico e depois te dar uma ferramenta para você descobrir qual é o ideal para os seus dados específicos. 1. A Teoria do Decaimento (O "Eco") Imagine que o sorteio de um dígito é como gritar em uma caverna. Concurso seguinte (Janela 1): O eco é forte. 2º Concurso (Janela 2): O eco ainda é audível. 3º Concurso (Janela 3): O eco é fraco, mas existe. 4º em diante: É apenas ruído de fundo. Se você escolher uma janela muito curta (2), você pega os movimentos muito rápidos (repetição imediata), mas perde o padrão "saiu, falhou um, voltou" (que é muito comum). Se você escolher uma janela muito longa (5 ou +), você mistura "memória real" com "coincidência aleatória". A estatística se dilui e o indicador perde força. 2. O Teste de Hipótese (A melhor forma de saber) Em vez de adivinharmos, podemos perguntar aos dados: "Onde a memória morre?" Podemos rodar um script que calcula a Taxa de Retorno para janelas de 1, 2, 3, 4 e 5 separadamente. Se a taxa de retorno na janela 3 for muito maior que a média aleatória (10%), então 3 é útil. Se na janela 4 a taxa cair para perto de 10%, então a memória acabou ali. Script de Calibragem (Comparativo de Janelas) Este script vai gerar um gráfico de linhas comparando as janelas. Copie e rode no seu Python local (com o arquivo sorteios.txt na pasta). Como interpretar o gráfico que vai aparecer: Você verá uma linha subindo. Janela 1: A taxa será a mais baixa (difícil repetir logo de cara). Janela 2 e 3: A taxa vai subir rápido (soma-se a chance de repetir logo ou logo depois). O Ponto de Saturação: Se de 2 para 3 a linha subir muito $\rightarrow$ Use 3. Se de 3 para 4 a linha ficar quase reta (horizontal) $\rightarrow$ Pare no 3. O ganho de informação é pequeno demais para justificar olhar tão longe. Minha aposta: Para loterias típicas (tipo Mega, Quina, etc.), o ganho real para no 3. O 4 já adiciona muita "sujeira" (ruído aleatório).
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