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  1. Version 1.0.0

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    (Números Quentes/Frios) na Lotofácil Base de dados: sorteios.txt — 3.767 sorteios históricos Ferramenta: valida_streak_lotofacil.py Critério de streak: 3 ou mais ocorrências (ou ausências) consecutivas 1. Hipótese testada Duas afirmações foram avaliadas de forma independente: ● Números "quentes" (saindo há 3+ sorteios seguidos) falhariam no sorteio seguinte com probabilidade próxima de 40%. ● Números "frios" (ausentes há 3+ sorteios seguidos) voltariam a sair no sorteio seguinte com probabilidade próxima de 40%. O ponto de partida da análise foi notar que essas duas afirmações não são simétricas sob a hipótese nula de sorteios independentes (Lotofácil: n=25, k=15 por sorteio): ● P(sair) teórico = 15/25 = 60,00% ● P(não sair) teórico = 10/25 = 40,00% Ou seja, a afirmação sobre os "quentes" (40% de falha) já coincide com o próprio baseline de acaso — não representaria, por si só, evidência de efeito real. Já a afirmação sobre os "frios" (40% de retorno) contraria o baseline teórico (60%) e, se confirmada, indicaria um desvio na direção oposta à crença popular de "número atrasado está na hora de sair".
  2. Version 1.0.0

    32 downloads

    ## Ideia central do paper (resumo) Cobertura combinatória pura (garantir que todo t-subconjunto apareça em algum bilhete) não é o objetivo certo sob orçamento fixo de bilhetes: o que maximiza o retorno esperado e reduz a variância é **distribuir a sobreposição (overlap) entre bilhetes de forma uniforme**, em vez de simplesmente maximizar cobertura. O Algorithm 1 do paper implementa isso via um greedy que, a cada bilhete novo, escolhe o candidato que: 1. Cobre o maior número possível de t-subconjuntos ainda não cobertos (`g(b)`); 2. Entre os empates, penaliza fortemente quem tem overlap concentrado com os bilhetes já escolhidos (`l(b)`), priorizando sempre reduzir o maior overlap par-a-par antes de olhar para os menores. Postado conforme solicitação na postagem: Da cobertura à sobreposição de pares: seleção de números de loteria sob restrições orçamentárias
  3. O caminho que me pertence "Não, não vou por aí! Só vou por onde me levam meus próprios passos Ninguém me diga: Vem por aqui Não sei por onde vou Sei que não vou por aí" Dizer “não” ao destino traçado pelos outros é o primeiro passo para encontrar a si mesmo. O mundo está cheio de mapas prontos, de direções impostas e de vozes que insistem em apontar o rumo certo. Mas o “certo”, para mim, é tudo aquilo que nasce do meu próprio chão. Não vou por onde a multidão caminha só porque o trajeto é mais seguro ou mais confortável. Só vou por onde me levam meus próprios passos. Ainda que o caminho seja incerto, acidentado ou desconhecido, há uma beleza inegociável em saber que a pegada deixada no chão é genuinamente minha. Ninguém me diga: Vem por aqui. Não busco instrutores para a minha existência, nem rotas pré-fabricadas. A incerteza não me assusta; pelo contrário, ela é o espaço onde habita a minha liberdade. Não sei por onde vou: porque me recuso a viver preso a um roteiro engessado. Não sei para onde vou: porque a vida é um descobrimento constante, não um destino final. Mas sei, com absoluta certeza, que não vou por aí: pelo caminho da conveniência, da anulação ou da vontade alheia. A minha bússola não aponta para o Norte que os outros escolheram. Ela aponta para dentro. E enquanto meus pés se moverem sob o comando do meu próprio espírito, qualquer direção será a correta. Não sei por onde vou Sei que não vou por aí...
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  4. Version 1.0.1

    25 downloads

    A tarefa de identificar 10 dezenas ausentes em um sorteio futuro exige conhecimento, técnica e paciência. Desenvolvi um software específico para situações em que ocorre a repetição de 7 ou 8 ou 9 ou 10 dezenas do concurso anterior. O uso é muito simples: basta inserir o resultado do concurso anterior e clicar em **Executar Pipeline**. O sistema gera automaticamente uma lista de potenciais dezenas ausentes para o próximo sorteio. Você pode testar utilizando sorteios históricos. Copie ou digite os números no campo indicado e clique em **Executar** — será exibida a lista das possíveis ausentes. O software gera resultados no modo padrão, mas existem outros modos avançados que exigem conhecimento técnico específico ( vide manual e Roteiro). Observação: ´Não necessita instalação de nada. Roda apenas em Windows 10 e 11 - versão 64 É um arquivo executável, sem dependência externa. Se o antivírus acusar algo, é um falso positivo. Leia atentamente os dois arquivos em pdf anexo na seção download. Use por sua conta e risco. Raramente falha a previsão das 10 ausentes, mas pode falhar. Execute vários testes com concursos passados e verifique o desempenho. Boa Sorte!
  5. A Quina de São João Zeca era um jogador inveterado: passava as noites no carteado e dormia boa parte do dia. Tinha renda baixa, mas não se preocupava com o sustento da família — apenas em garantir o suficiente para o jogo noturno no clube chamado “Inferninho”. Mercedes, sua esposa, foi quem mais perdeu: perdeu a esperança de que o marido tomasse juízo, perdeu até o amor por ele. Mulher faceira, costumava vestir vestidos justos e, ultimamente, da janela, lançava olhares mais agudos aos transeuntes que passavam pela rua. Não demorou para que Mercedes começasse a “ganhar”. Um dia apareceu com uma vitrola. Zeca, desconfiado, perguntou: — De onde veio essa vitrola? Mercedes olhou para ele com desdém e retrucou: — Ganhei na Loto. A sorte de Mercedes parecia não ter fim. Logo surgiu em casa com um kit de maquiagem e um vestido vermelho de fazer inveja a qualquer mulher. Zeca, cada vez mais encabulado, perguntou se ela havia ganhado na Loto outra vez. Mercedes respondeu com ironia: — E não é que ganhei de novo? Estou cada dia mais sortuda. Na festa de São João, Mercedes já não se comportava como mulher casada. Saracoteava de um lado para o outro, até que resolveu pular a fogueira. Pulou uma vez, pulou outra, e na terceira Zeca gritou: — Cuidado, Mercedes! Você pode queimar o bilhete da Loto!
  6. Version 1.0.1

    24 downloads

    Trata-se de um estudo antigo, no qual comecei a vislumbrar novas possibilidades. A depender do concurso, define-se a quantidade de linhas com 10 ausentes certeiras para o concurso futuro. Em resumo, basta esperar que os quatro trios tenham pelo menos uma dezena ausente simultaneamente e prever com precisão quantas irão se repetir em relação ao concurso anterior. Mais próximo dos 15 pontos só será possível se a previsão da moça das Astúrias — vestida de vermelho e coberta de joias — se concretizar. Esse filtro não depende de sorte: é apenas questão de tempo, pois uma coisa é certa — acontece. O processo consiste em escolher quatro trios e aguardar que um número de cada trio se ausente no concurso futuro, o que ocorre com relativa constância. Não importa se há 1, 2 ou 3 ausentes; o importante é que, ao final, se determinam quatro certeiras entre as ausentes. Considerando que os quatro trios tiveram ausentes no concurso futuro, e que você dispõe de 81 quartetos, é certo que pelo menos um deles apresentará quatro ausentes certeiras. E daí? É simples: quando as quatro dezenas dos quartetos não se sobrepõem às que permanecerão ausentes, teremos 17.010 linhas com 8 dezenas. Em alguma delas, encontraremos 8 ausentes certeiras. (No ponto atual, as duas faltantes são completadas pelo script, gerando uma quantidade maior de linhas.) É importante observar onde alterar o script para aceitar sobreposição de uma dezena — sabendo usar, funciona. Arquivos relacionados: quartetos.txt Filtro_Arapuca.pdf (explicação detalhada do processo) candidatas ausentes (anexado indevidamente, pois pertence a um sorteio hipotético e para cada sorteio é uma história) filtro10_ausentes.py (script) Observação: Use por sua conta e risco. Sou analfabeto em programação e a IA pode cometer erros. Boa sorte!
  7. Essa é clone da do Kinski e Genivaldo. Queremos uma com nova base para tentar bater o recorde e o caminho parece ser criar uma nova base para depois reduzir ( tentar). A minha é originária de uma com 45 linhas com 100% e está no momento está com 43 linhas faltando 27 para fechar. ( acredito que fecharei 100% em 43 linhas e nova base )
  8. Estou rodando o código que fiz ( está na seção download ), mas é muito demorado e desisto antes do fim. fase atual: =================================================== BigMaxRedutor v11.3.5 =================================================== V=25 K=10 T=6 M=10 JOGOS: 43 | COBERTURA: 99.999174% | LB>=10 DATA: 20260519_092154 ( apenas 27 descobertas) =================================================== 1 | 01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 2 | 01 02 03 04 05 11 12 13 14 15 3 | 06 07 08 09 10 11 12 13 14 15 4 | 01 02 03 04 05 16 17 18 19 20 5 | 06 07 08 09 10 16 17 18 19 20 6 | 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 7 | 01 03 06 07 10 11 13 16 20 21 8 | 02 04 05 08 10 15 16 17 21 22 9 | 02 03 08 09 11 14 17 20 21 22 10 | 01 04 07 09 12 15 18 20 21 22 11 | 02 04 07 08 09 11 14 16 18 23 12 | 01 02 07 10 12 14 17 19 21 23 13 | 04 05 06 08 11 15 19 20 22 23 14 | 03 08 10 12 13 18 19 21 22 23 15 | 03 05 07 09 11 13 16 19 21 24 16 | 02 04 06 09 13 15 18 19 21 24 17 | 02 04 06 07 12 14 16 17 22 24 18 | 01 03 06 10 11 14 15 18 22 24 19 | 04 05 09 10 11 12 14 19 22 24 20 | 03 05 07 08 12 15 17 18 23 24 21 | 01 04 08 10 11 13 17 19 23 24 22 | 02 03 06 10 13 15 17 20 23 24 23 | 01 05 06 08 14 15 16 21 23 24 24 | 01 02 09 12 13 16 20 22 23 24 25 | 05 06 07 13 17 18 20 22 23 24 26 | 01 05 09 10 14 15 17 18 20 25 27 | 03 04 06 07 13 14 17 18 21 25 28 | 01 03 04 05 10 14 17 19 21 25 29 | 01 02 07 08 13 15 16 19 22 25 30 | 01 05 06 07 11 12 17 19 22 25 31 | 05 07 08 10 13 14 18 20 22 25 32 | 03 06 09 12 15 16 19 21 22 25 33 | 03 04 09 10 11 15 16 17 23 25 34 | 04 05 06 10 12 13 16 18 23 25 35 | 01 03 08 09 12 14 19 20 23 25 36 | 02 05 06 11 12 18 20 21 23 25 37 | 02 05 06 09 13 14 19 22 23 25 38 | 02 03 08 10 11 12 16 18 24 25 39 | 01 02 06 08 11 16 18 21 24 25 40 | 04 08 09 12 13 17 20 21 24 25 41 | 02 07 10 11 15 19 20 21 24 25 42 | 03 04 07 14 16 20 22 23 24 25 43 | 01 09 13 17 18 21 22 23 24 25
  9. Version 1.0.0

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    RELATÓRIO ACADÊMICO Análise de Sistema de Fechamento Combinatório Matriz 100 / 50 / 11 / 20 Garantia de 11 pontos em 12 apostas sobre um universo de 100 dezenas autor original ( Clélio – Kinski) Elaborado pela IA Opus 4.7 Anthropic Objeto de análise: matriz de redução proposta pelo autor Método: revisão da lógica de partição e verificação computacional exaustiva
  10. Estou tentando quebrar essa matriz há muitos anos, com vários software, sem conseguir. A IA diz que para quebrar tem que usar uma nova base... Então tentei com a matriz de 45 linhas e muitas horas sem conseguir melhoria ( nem para 44 )> Enfim, o desafio continua.
  11. Version 1.0.0

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    Análise da Estrutura de Formação de uma Matriz Combinatória de 43 Apostas sobre 25 Elementos Propriedades de Cobertura, Balanceamento e Garantia Mínima de Acertos author original: Kinski & Genivaldo Pereira 25,15,11,15=43 Relatório Técnico-Acadêmico Área: Combinatória Aplicada / Teoria dos Designs / Sistemas de Cobertura Elaborado pela IA Opus 4.7 Anthropic
  12. O software é do @Sphgf . Não baixei para evitar de fazer uns joguinhos para experimentar. É irresistível gerar e não ter a sensação de apostar e esperar o resultado, então evito.
  13. continuando... A ciência da sorte Um relato acessível e divertido do intercâmbio entre o mundo das apostas e a ciência Houve um tempo em que a banca sempre ganhava. Agora, cientistas e matemáticos estão dando aos jogadores uma vantagem competitiva. Físicos domaram a aleatoriedade da roleta, cientistas de computação estão transformando a estratégia do pôquer e estatísticos sabem o que faz um cavalo campeão. Matemática e ciência revolucionaram os jogos de apostas. Mas a recíproca é verdadeira: as apostas também revolucionaram a ciência e a matemática. Fermat e Pascal usaram jogos de dados para fixar as bases da teoria da probabilidade; Von Neumann e Turing acharam inspiração no pôquer; o jogo de paciência ajudou Stanis aw Ulam a desenvolver a bomba de hidrogênio. A busca pela aposta perfeita tem influenciado campos tão diversos quanto teoria do caos, psicologia comportamental e inteligência artificial. Em A ciência da sorte, o premiado escritor Adam Kucharski nos leva por mesas de roleta de Las Vegas, loterias e pistas de corrida de cavalos de Hong Kong para contar a história de homens e mulheres que venceram a banca - e mudaram as nossas ideias fundamentais sobre chance, aleatoriedade e sorte. Num percurso que abrange matemática, psicologia, economia e física, você conhecerá robôs capazes de blefar e manipular oponentes, o matemático que jogou uma moeda para o alto 25.000 vezes para estudar probabilidade e universitários que lucraram explorando uma brecha nas loterias. ( copiado do livro ) O Triunfo da Esperança O que torna essa jornada brilhante não é apenas a possibilidade estatística de ganhar, mas a incessante busca por alternativas. Estamos refinando nossa capacidade de acreditar. Mesmo quando a ciência diz que as chances são remotas, a natureza humana encontra um "atalho" criativo, uma nova fórmula ou uma superstição renovada que mantém a roda girando. A tecnologia não veio para substituir a sorte, mas para dar a ela um novo palco. No fim das contas, a previsão continuará sendo esse equilíbrio sublime: onde o hardware potente oferece o caminho, mas a crendice popular oferece o combustível. Enquanto houver alguém cruzando tabelas de física com intuições de sonho, a humanidade estará vencendo, pois o verdadeiro padrão que nenhum modelo conseguiu superar é a nossa invencível capacidade de recomeçar. A ciência nos dá os números; a vida nos dá a sorte. E, entre um neurônio artificial e um desejo do coração, algo continua nos sussurrando com uma certeza inabalável: "Desta vez, vai dar certo!" Boa Sorte!
  14. O desafio da previsão Prever é ousar afirmar o que ainda não aconteceu, apoiando-se em sinais do passado e no estado presente das coisas. É uma tarefa que todos nós enfrentamos diariamente, em maior ou menor grau de sucesso. Tentamos antecipar o clima, calcular a produtividade das colheitas, estimar o consumo de energia, acompanhar as oscilações das moedas e das ações, ou até mesmo prever terremotos. E, claro, há os entusiastas da loteria, sempre à espera do próximo sorteio. Com o advento das inteligências artificiais, surgiu uma onda de euforia entre os apostadores. Muitos acreditavam que, finalmente, os lucros seriam constantes, que as loterias seriam desmanteladas pela previsibilidade e que, em breve, apostar se reduziria a um simples jogo de par ou ímpar. Termos técnicos como rede neural, machine learning e transformers passaram a circular na boca de pessoas que sequer tinham contato com computadores. Foi um tempo curioso: uns incrédulos, afirmando que a loteria era puro acaso e, portanto, impossível de prever; outros, obstinados, insistindo em treinar suas redes neurais na esperança de alcançar o impossível. Acreditava-se que o código divino estava finalmente escrito em Python e que a aleatoriedade era apenas um erro de processamento esperando para ser corrigido. Mas a matemática, em sua elegância silenciosa, continua a rir dos algoritmos que tentam domesticar o caos. Quincas, por exemplo, não se conformava. Alimentava sua rede com dados e esperanças, mas o resultado foi apenas um voo curto, como o de uma galinha. Justus, por sua vez, discutia com a IA: dizia que bastava chegar a 90% de acerto, mas a máquina respondia que não entendia. Já o Nicola buscava inspiração em nomes consagrados da física, química, hidráulica e até dos estudos sobre gases, acreditando que uma abordagem sublinear poderia contornar os obstáculos. Cruzavam-se tabelas de termodinâmica com resultados de sorteios passados, como se o calor de uma reação química pudesse, de alguma forma, aquecer os números frios das bolinhas do sorteio. Nos tempos da brilhantina, bastava ganhar uma Caloi-10 para sentir-se vitorioso. Hoje, porém, os desejos mudaram: não nos contentamos com uma bicicleta, queremos uma Megasena da virada. A ambição cresceu, e junto dela a ilusão de que prever o imprevisível seria apenas questão de insistência e tecnologia. E, no fim das contas, a previsão continua sendo esse curioso equilíbrio entre ciência, esperança e teimosia — onde planilhas sofisticadas convivem com superstições discretas e algoritmos de última geração acabam dividindo espaço com o velho hábito de escolher números “porque sonhei com eles”. Talvez o segredo não esteja no hardware potente ou nos modelos matemáticos complexos, mas na teimosia humana de querer enxergar um rosto familiar no meio de uma nuvem de ruído estatístico. Talvez o verdadeiro padrão que ainda não conseguimos modelar seja justamente esse: o da nossa incrível capacidade de acreditar que, desta vez, vai dar certo… mesmo quando todas as evidências sugerem que estamos apenas reinventando, com mais tecnologia, o antigo hábito de confiar na sorte. Algo me diz: Vai dar certo! Boa Sorte! continua...
  15. Version 12.4.1_2026

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    O que a v12.4.1 demonstra • a representação e a verificação de cobertura reproduzem exatamente a base real; • o tempo por round é efetivamente controlado pelo relógio, removendo um viés experimental da v12.4; • o solver detecta e esgota vizinhanças locais relevantes antes de escalar a busca; • o Macro-Manifold encontra estados completos distintos por trocas 3↔3; • a integração pós-injeção mantém a restrição dura e devolve cortes revalidados; • telemetria, seed, checkpoints e ABI favorecem auditoria e repetição. O BigMaxRedutor v12.4.1 consolida uma arquitetura madura de busca híbrida para sistemas de cobertura. A combinação de índice adaptativo, workers heterogêneos, busca local dirigida, pesos persistentes, LAHC, tabu, endgame, LNS, forced injection e Macro-Manifold oferece vários mecanismos complementares para enfrentar platôs e reabsorção. A correção do tempo de parede remove um problema experimental importante e garante que o orçamento informado seja efetivamente consumido. Assim, a avaliação equilibrada é positiva: trata-se do melhor redutor disponível no projeto, com boa base de engenharia, reprodutibilidade e mecanismos modernos de meta-heurística. O próximo avanço científico depende menos de acrescentar operadores indiscriminadamente e mais de executar experimentos longos, multi-seed e com ablações, medindo quais pontes realmente conduzem a novas famílias de soluções. Referências [1] Kirkpatrick, S.; Gelatt, C. D.; Vecchi, M. P.. Optimization by Simulated Annealing. Science, 220(4598), 671–680, 1983. https://doi.org/10.1126/science.220.4598.671 [2] Glover, F.. Tabu Search—Part I. ORSA Journal on Computing, 1(3), 190–206, 1989. https://doi.org/10.1287/ijoc.1.3.190 [3] Feo, T. A.; Resende, M. G. C.. Greedy Randomized Adaptive Search Procedures. Journal of Global Optimization, 6, 109–133, 1995. https://doi.org/10.1007/BF01096763 [4] Burke, E. K.; Bykov, Y.. The Late Acceptance Hill-Climbing Heuristic. European Journal of Operational Research, 258(1), 70–78, 2017. https://doi.org/10.1016/j.ejor.2016.07.012 [5] Lourenço, H. R.; Martin, O. C.; Stützle, T.. Iterated Local Search. Handbook of Metaheuristics, pp. 320–353, 2003. https://doi.org/10.1007/0-306-48056-5_11 [6] Pisinger, D.; Røpke, S.. Large Neighborhood Search. Handbook of Metaheuristics, 3rd ed., pp. 99–127, 2018. https://doi.org/10.1007/978-3-319-91086-4_4 [7] Voudouris, C.; Tsang, E. P. K.. Guided Local Search and Its Application to the Traveling Salesman Problem. European Journal of Operational Research, 113(2), 469–499, 1999. https://doi.org/10.1016/S0377-2217(98)00099-X [8] Mladenović, N.; Hansen, P.. Variable Neighborhood Search. Computers & Operations Research, 24(11), 1097–1100, 1997. https://doi.org/10.1016/S0305-0548(97)00031-2 [9] Schönheim, J.. On Coverings. Pacific Journal of Mathematics, 14(4), 1405–1411, 1964. https://doi.org/10.2140/pjm.1964.14.1405
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